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6 dicas sobre meios de pagamento para melhorar as vendas no varejo

6 dicas sobre meios de pagamento para melhorar as vendas no varejo

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As empresas estão dia após dia sob mais pressão do que nunca para fornecer experiências gratificantes e memoráveis aos seus clientes. Com a experiência phygital também dominando o comércio, contar com diversos meios de pagamento pode ajudar empresas a venderem mais. Os novos formatos, como o advento do PIX e a ascensão do Open Banking, ajudam companhias no recebimento dos valores.

Pensando nisso, a Slice, techfin gaúcha que possibilita às empresas internalizarem todo seu fluxo financeiro, traz seis dicas para o varejo melhorar sua experiência de venda e lucrar mais.

  1. Pagamento por aproximação

Os consumidores atualmente mostram pouca inclinação para retornar ao uso pré-pandemia de cartões de crédito físicos que exigem recibos em papel e, em vez disso, favorecem métodos sem atrito de pagamento não apenas por bens, mas por serviços. Esses métodos, que reduzem as etapas do processo de compra, incluem carteiras móveis e digitais, pagamentos com um clique, pagamentos recorrentes e por aplicativos.

“Uma fusão de métodos de pagamento online e offline para que os clientes possam fazer compras, bem como fazer pagamentos, onde e quando desejarem, está prevalecendo em 2023”, diz Sérgio Irigoyen, sócio-fundador e CEO da Slice. Alguns números apoiam tal afirmação: de acordo com o Statista, portal internacional de estatísticas de marketing, as empresas processarão US$ 8 trilhões em pagamentos sem atrito até 2024, um salto significativo em relação aos US$ 3,9 trilhões em 2020.

  1. Pensar nas carteiras digitais

Uma pesquisa da consultoria global Capgemini considera que as carteiras digitais responderão por mais da metade de todos os pagamentos de comércio eletrônico em todo o mundo até o final do próximo ano. O número de carteiras digitais mantidas pelos consumidores pode totalizar 4,8 bilhões até 2025, acima dos 2,8 bilhões em 2020, com quase 60% da população mundial devendo ter adotado a tecnologia de carteira móvel nos próximos três anos.

  1. Pagamentos incorporados aumentam seu alcance

Os últimos anos trouxeram um maior interesse em pagamentos incorporados – opções de pagamento digital que são incorporadas em aplicativos que não são voltados para transações. Eles são definidos como aqueles disponíveis no checkout em sites de comércio eletrônico, pagamentos baseados em texto ou baseados em circuito fechado em que os comerciantes “possuem” toda a transação.

“A adoção de soluções de pagamento incorporadas tem sido, até recentemente, vistas principalmente no que alguns analistas chamam de mercados ‘tradicionais’, como varejo, comércio eletrônico e transporte. No entanto, sua demanda está se tornando predominante em outros setores, entre eles saúde, educação, emprego e imóveis. Por isso, é preciso estar atento à tecnologia e fazer parcerias para que se consiga oferecer aos seus consumidores mais essa facilidade”, destaca Irigoyen.

  1. Tem Pix?

Os pagamentos em tempo real que são iniciados e liquidados quase instantaneamente estão se tornando mais uma realidade do que nunca. Considere as estatísticas: de acordo com a MarketsandMarkets, o mercado global de pagamentos em tempo real explodirá em 2023, disparando para US$ 25,9 bilhões, aumento de três vezes com relação aos US$ 6,8 bilhões de 2018.

“A flexibilidade oferecida pelos pagamentos em tempo real aos consumidores e empresas ao fazer e receber transações deverá impulsionar o crescimento das mesmas. Seu poder ajuda as empresas a fortalecer seus fluxos de caixa que, por sua vez, melhoram a eficiência operacional, o orçamento e o gerenciamento geral de caixa”, aponta o sócio-fundador e CEO da Slice.

  1. Crescimento da IA

Previsões da Bloomberg Intelligence sugerem que o segmento de inteligência artificial deve se expandir para US$ 1,3 trilhão até 2032. As instituições financeiras e os comerciantes continuarão a alavancar a IA para identificar atividades fraudulentas e proteger os dados dos clientes, bem como impulsionar os chatbots para ajudar na aceitação de pagamentos.

  1. Split Pós-Transacional

Uma solução para companhias mais maduras, onde a liberdade, independência e a capacidade de customização são fundamentais. O modelo de negócio continua internalizado, pois é aplicado no fluxo do dinheiro como um todo, e não somente na transação.

Desta forma, a empresa consegue que todos os processos de movimentação de valores sejam internos e, com isso, controlar o fluxo independente de quem processa a transação. Neste modelo, a companhia pode customizar toda a experiência como se fosse um Lego, escolhendo, por exemplo, a plataforma de e-commerce, o banco para funding, ou qualquer outro participante do fluxo.

“Ligando, desenvolvendo e organizando os fluxos internos de controle nas diferentes áreas que envolvem dinheiro nas empresas, ele passa a fluir de forma ordenada, automatizada e com a empresa possuindo total controle e visibilidade do seu sistema. É o sistema operacional do dinheiro auxiliando as companhias a terem um maior controle de seu orçamento.”

Sérgio Irigoyen