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Startup investe em capital humano para não perder cultura de inovação

Startup investe em capital humano para não perder cultura de inovação

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Após crescer 20% em 2021, e atingir sua meta de faturamento de R$ 6 milhões, a Simplex projeta crescimento acima de 50% ainda para este ano. E, exatamente para estruturar esse salto, a empresa voltou seus investimentos para o principal ativo da casa: seu capital humano. 

“Não adianta crescer sem alma”, defende João Lee, sócio e fundador da startup voltada para a otimização de resultados de SEO. “Organizações que crescem sem cultura definida e consolidada simplesmente não duram”, avalia. Portanto a Simplex, após os cinco primeiros anos de trajetória, passou a estimular o fortalecimento da cultura de inovação.

A partir desse foco, a startup decidiu estimular que seus colaboradores atuais participem de cursos e mentorias. Por se tratar de uma empresa que já nasceu global, com atuação no Brasil e na Europa, a startup disponibiliza e estimula cursos de inglês para os funcionários que precisam dar um upgrade na língua estrangeira. A Simplex também já iniciou um curso de ESG com cerca de três horas e meia mensais, dirigido a todos os colaboradores, que ocorre durante o expediente, assim como as mentorias, conversas semanais de até uma hora com especialistas do setor para auxiliar os líderes da empresa.


“Optamos por ter esses cursos durante o expediente para sinalizar à equipe que se trata de um investimento estratégico da empresa. Queremos estimular a aprendizagem constante para fortalecer os conceitos de inovação e de tomada de decisão, que fazem parte cultura da Simplex”, explica Carol Junqueira, Gerente de Marketing e Cultura da martech. “Disponibilizamos e estimulamos a participação nos cursos, mas também colocamos metas. Trabalhar focado em objetivos faz parte da cultura que queremos fortalecer”, complementa.  

Neste ano, passaram a ser instituídos formalmente encontros de troca de ideias, realizados a cada semana, quando o time traz sugestões à gestão. Para Carol, uma organização que dispõe de um forte capital intelectual está mais preparada para crescer e enfrentar os desafios do mercado, além de entender e atender melhor às expectativas e características das novas gerações que estão chegando ao mercado de trabalho. Ela explica que práticas como a de reuniões de troca de ideias e de feedback adotadas pela empresa reforçam a cultura de participação, a liberdade de expressar opinião, o envolvimento dos funcionários e possibilitam promoções mais ágeis. “Tudo isso faz parte do modo de ser e agrada as novas gerações”, explica Carol.

Diversidade 

A empresa também está empenhada em ampliar a diversidade do quadro de colaboradores, a fim melhorar a equidade relacionada a gênero e raça. “Começamos esse processo de forma intuitiva”, conta Carol. “Mas depois que passei por um processo de mentoria, entendi que precisávamos estruturar metas de inclusão”, conta ela. “O primeiro passo foi trazermos mais mulheres à equipe. Saímos de um percentual de 14% para 30% do quadro funcional. É um bom começo para uma empresa de tecnologia”, comemora. 

Segundo a executiva, a empresa busca avaliar os currículos de várias universidades, não se restringindo às opções das faculdades mais renomadas. E, a partir deste ano, a startup retirou dos pré-requisitos o conhecimento do idioma Inglês, para ampliar a seleção. “Apesar de importante para uma empresa global, essa é uma formação que pode ser complementada”, explica.

A Simplex desenvolveu ainda indicadores objetivos para detectar a evolução de cada colaborador em um determinado espaço de tempo. “Acompanhamos mensalmente como se saem com essas metas, que são muito simples. Por exemplo, ser capaz de fazer uma apresentação ao cliente em inglês sem o apoio da equipe; ou obter a certificação de uma determinada tecnologia. Desta forma, podemos atuar proativamente para sanar possíveis dificuldades, quando estas metas não são atingidas”, conta.

Segundo Carol, envolver-se com a formação da equipe e acompanhar o clima da empresa é fundamental. “Seja com dezenas ou centenas de colaboradores, queremos formar uma cultura de envolvimento dentro da empresa para que possamos caminhar juntos e em sintonia nas decisões sobre as melhores soluções e isso, com certeza, refletirá nas nossas entregas e qualidade de serviço”, pontua. 

Baixa rotatividade

O resultado de uma gestão orientada ao fortalecimento do capital humano repercute hoje de forma positiva no alto nível de retenção de colaboradores na empresa que, este ano, chegou em 100%. “Não perder colaboradores para o mercado na área de tecnologia é um desafio e tanto. Nosso objetivo, entretanto, não é apenas manter os nossos colaboradores, queremos gerar valor para empresa e transformá-los em líderes”, finaliza. 

Sobre a Simplex

Fundada em 2017 por profissionais de e-commerce, a Simplex é uma startup brasileira que tem se posicionado como uma empresa de SaaS (Software as a Service) que utiliza inteligência artificial para aumentar o tráfego e a conversão de vendas de e-commerces com implementações simples. A empresa possui mais de 20 clientes em mercados como Brasil, França, Itália, México e Suécia.